Ao longo da vida, uma pessoa pode optar por muitas escolhas, decisões e percursos, mas ter alguém a quem chamar “irmão” não é uma delas! Adquirir na família um novo ser é algo que nos é impingido, de forma mais ou menos alegre, dependendo dos casos e dos feitios dos irmãos que já “cá” estavam...
Nem todos lidam de igual maneira com a chegada da “cegonha” e da nova pestinha a casa, mas todos os que tem essa sorte aprendem a viver com tal mudança drástica. Uns crescem, descobrem como valorizar um possível novo amigo, outros choram, berram e gritam que preferem ter um cão e ainda há outros casos, como o meu, que acharam piada ao início por ser novidade, ao passar uns tempos começaram a ver que era sempre a mesma coisa, passados uns anos procuraram onde se tira as pilhas e perceberam que ficaram com um segundo modelo dum membro da família já antigo, em tamanho reduzido e refinado. Só com muita paciência, tempo e dedicação é que se torna possível começar a ter um sentimento puro, genuíno de cumplicidade e amor.
Agora que olho para trás na régua do tempo e vejo a ligação que tinha com a minha irmã, entristeço por não ter percebido mais cedo as vantagens duma boa amizade e relação. Não nos odiávamos, mas quase... a falta de respeito e confiança de ambos, impossibilitou a diversão e alegria em demasiados momentos em família e noutro tipo de situações.
Quando abri os olhos, no lugar daquela rapariga enfadonha, irritante e desprezível, vi uma princesa linda, simpática, divertida, culta e talentosa que nunca tinha reparado antes!
Mas tudo isto foi possível única e exclusivamente porque ser irmão não é um trabalho ou tarefa individual... é uma jornada épica em equipa! Uma demanda em busca da alegria um do outro! A todos aqueles que tem o privilégio de ter alguém assim na vida: irmãos de sangue, nos papéis ou de coração e alma, sirvam-se dessa dádiva e façam o melhor de vocês para criar a melhor ligação possível com os vossos melhores companheiros, fãs, ouvintes, tudo!
Aos que estão para descobrir todo este novo sentimento desejo sorte, paciência e força de vontade, aos que já sabem do que eu acabei de dizer: preservem essa chama!
É com grande orgulho que dedico esta crónica à minha Liloca e ao “manocas” Benjamim!

Ó Duarte!!!Fiquei mesmo emocionada com este texto que vê-se que vem mesmo do coração, é tão demonstrar o que sentimos!!!Adorei mais uma vez!!! Beijinhos grande
ResponderEliminarO mano Benjamim adora-te, como bem sabes. És o seu ídolo e isso deixa-me muito feliz e descansada. Não podia desejar melhor exemplo.
ResponderEliminarQuanto à nossa Liloca, ela é mesmo incrível! Ainda bem que chegou o momento em que perceberam a importância de se terem um ao outro.
Adorei esta tua crónica, muito emocionante e verdadeira!
Agora vai lá dizer à Ana Lúcia e ao Alexandre que podem parar de “babar” de orgulho, ok?! Bjs
Adorei, Duarte! Ser irmão é ter um irmão ou irmã, é isso mesmo. Tudo faz parte e valoriza-se sempre mais com o passar do tempo. Um grande beijinho, Duarte. Um beijinho também para a mana que conheci apenas no Concurso Nacional de Leitura. ����
ResponderEliminarOla Duarte,tive o privilégio de te conhecer mais um bocadinho no Summer de 2016 adorei, és um menino de ouro Duarte um grande beijinho esta palavras são lindas e ditas de coração PARABÉNS ����
ResponderEliminarDuarte, não sei quando te deste conta de tudo o que escreveste mas, sem dúvida, és um miúdo inteligente, sensível, justo, verdadeiro, consciente,...
ResponderEliminarA vida ensina, às vezes da pior maneira, a valorizar o que é importante!
Adorei o texto!
Toda a sorte do Mundo!
Beijinhos grandes a essa família linda😘
Oh Duarte...tudo o que escreves é incrível! Eu já sabis que eras uma pessoa fantástica, sensivel, inteligente...mas não é que alem de tudo isso tens um jeito enorme para a escrita! E porque não um livro? Já pensaste nisso? Beijinhos
ResponderEliminarDuarte fiquei comovida com o teu texto.
ResponderEliminarCerto é, que é nos piores momentos das nossas vidas que esta se encarrega de nos mostrar o que mais belo existe ao nosso redor. Que até então passavam despercebidas ou mesmo nos pareciam que viviamos melhor sem elas....
Para muitos este tempo acaba por ser muito pouco, pois partem mesmo antes de poderem desfrutar e/ou apreciar estas descobertas. É injusto não deveria ser assim. Mas fico feliz por ires descobrindo que tudo o que nos rodeia (Pessoas, animais, mesmo certo objectos...) não estão na nossa vida por acaso. Por isso devemos agradecer e apreciar todos eles, cada um tem algo de belo. Acreditando que irás desfrutar delas por muito e muito tempo.
Desejo de rápidas melhoras.
PS. Vê-lá se consegues por esse teu pensar na cabeça do teu amigo Fábio����